As negociações entre autoridades locais e o diretor-comercial da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, não foram suficientes para manter o GP do Canadá no calendário da categoria para 2009. A prova já não aparecia no programa da próxima temporada, mas o governo canadense ainda buscava alternativas para viabilizar o evento.
Os organizadores da prova receberam o primeiro aviso sobre a exclusão do GP no dia 7 de outubro. A partir de então, autoridades políticas locais foram comunicadas e marcaram um encontro com Ecclestone, em Londres, no dia 23 do mês passado.
Cinco dias depois, receberam uma resposta - o governo canadense precisava dar uma garantia financeira de US$ 143 milhões (cerca de R$ 330 milhões) para a realização da prova nos próximos cinco anos. Diante da quantia astronômica, não houve acordo.
"Nossas negociação são guiadas por princípios como a responsabilidade na gestão. E, apesar de todos os esforços, o pedido da Fórmula 1 excedeu qualquer nossas capacidades de pagamento", afirmou Gerald Tremblay, prefeito da cidade de Montreal.
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Em Concepción, atingida por fortes tremores, chilenos fazem fila para comprar remédios.
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