Entenda para o que serve o IPCA

Redação Paraná-Online Publicação 09/04/2008 às 16:42:13 Atualizado 19/01/2013 às 21:21:42

Nesta semana saiu o resultado do levantamento sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Mas você sabe o que é esse índice e para que ele serve?
Se tua resposta for negativa, o IPCA, Índice de Preços ao Consumidor Amplo, foi criado para poder fornecer informações sobre a variação dos preços no comércio para o consumidor final. O IPCA é considerado o índice oficial de inflação do país e é medido mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Cálculo

O levantamento do índice acontece durante todo o mês, em estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços, domicílios e concessionárias de serviços públicos. Na pesquisa, são considerados nove grupos de produtos e serviços, como alimentação e bebidas, despesas pessoais, educação, habitação, saúde entre outros.

O IBGE considera para o levantamento, o grupo de famílias com renda mensal de 1 à 40 salários mínimos e que vivam nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém, além do Distrito Federal e do município de Goiânia. O Governo Federal utiliza o IPCA como referência para verificar se a meta estabelecida para a inflação está sendo cumprida.

De acordo com o IBGE, em março o IPCA manteve a variação em 0,48%, uma vez que em fevereiro, a inflação pelo IPCA havia sido de 0,49%. O grupo de produtos de alimentação e bebidas registrou alta de 0,89% em março, acima da variação de 0,60% em fevereiro, e contribuiu, sozinho, com 40%, ou 0,20 ponto porcentual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês passado.

Curitiba

O IBGE apurou ainda que entre as regiões pesquisadas pelo instituto, a maior taxa em março foi apurada em Curitiba, 0,99% (ver tabela). Segundo o analista do IBGE, em Curitiba, Luis Alceu Paganotto, o resultado não foi tão expressivo se analisarmos os últimos três meses no Brasil. Paganotto explicou que o resultado foi em razão do reajuste dos combustíveis, 11,46% para o álcool e 6,37% para a gasolina.

Pelos resultados, obtidos nesse início de ano, o analista acredita que para o mês que vem não deve haver nenhuma surpresa em se tratando de Curitiba. Segundo ele os números deverão ser os mesmos desse último levantamento.

  Fonte: IBGE


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