| Daniel Caron |
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| Assunto voltou a ser debatido ontem de manhã, em Curitiba. |
A proibição de fumo em locais fechados públicos e privados do Paraná voltou a ser tema de discussões, ontem, na Assembleia Legislativa (AL), em Curitiba. Atualmente, tramita na Casa um substitutivo geral a projetos de lei antitabagistas. O mesmo tem como relator o deputado Reni Pereira (PSB).
“O substitutivo não proíbe o fumo, mas regulamenta os locais onde o cigarro pode ser consumido. Tudo é feito visando a saúde dos fumantes e não fumantes”, afirmou Reni, que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor da AL.
Pelo substitutivo, o fumo fica permitido apenas na rua, em locais de culto religioso onde o cigarro faça parte da celebração, tabacarias e casas de tratamento de saúde onde o cigarro tenha indicação médica (como em locais onde pessoas fazem tratamento para parar de fumar e vão diminuindo aos poucos). Esses últimos três locais teriam que ser dotados de exaustores para evitar que a fumaça se espalhe para outros espaços.
“A lei que proíbe o fumo em locais fechados só irá vigorar plenamente se não for flexibilizada. Pela proposta, o descumprimento geraria multa de R$ 5,8 mil tanto aos donos de estabelecimentos quanto aos fumantes. A reincidência resultaria em penalidade de R$ 10,6 mil”, declarou.
O presidente da Comissão de Saúde da AL, deputado Ney Leprevost (PP), defende que seja incluída no substitutivo uma emenda para que seja garantido o tratamento e fornecimento de medicamentos gratuitos a pessoas que quiserem parar de fumar.
“Sabemos que a proibição do fumo mexe bastante com a indústria, o comércio e a geração de empregos, mas o substitutivo que está em trâmite deve trazer muitos benefícios”, disse.
Sociedade
Na reunião de ontem, também foram ouvidos integrantes da sociedade envolvidos com a questão do cigarro. O presidente da Associação Brasileira dos Bares e Casas Noturnas no Paraná, Fábio Aguayo, por exemplo, disse acreditar que a proibição vá gerar uma redução imediata de 30% no faturamento das casas noturnas. “Quase 80% dos frequentadores de casas noturnas são fumantes. Somos a favor da restrição do cigarro, mas não da exclusão.”
Já o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Rio Negro, município a 100 quilômetros de Curitiba, Izonel Carrara, se mostrou preocupado com o fato de o município abrigar duas grandes empresas de tabaco e ter cerca de 600 produtores de fumo.
“Nas discussões sobre a proibição, geralmente não são abordados os problemas que isso vai gerar para fumicultores e empregados de empresas. Muitos podem ficar desempregados.”

Walmart
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Creio que cada um tem o direito de escolha! A mau que causa a saúde com esse vício, é de conhecimento geral, por tanto, quem fuma, tem o direito de escolha... Agora, proibir este ato, mesmo em lugares fechados, vai contra nossa Democracia!!
FUMO É NOJENTO, EXTREMAMENTE RUIM PARA A SAÚDE DE QUEM FUMA E DO QUE FUMA PASSIVAMENTE, É RUIM PARA O MEIO AMBIENTE, É DINHEIRO QUEIMADO QUE ENRIQUECE POUCOS, NÃO É NECESSIDADE BÁSICA E DÁ ENORMES GASTOS PÚBLICOS COM SAÚDE. TEM QUE SER PROIBIDO!!!...
OS IMPOSTOS COLHIDOS COM A VENDA DE TABACO, DEVERIA SER REVERTIDA PARA PROGRAMAS DE AUTO AJUDA A FUMANTES QUE QUEREM ABANDONAR O VICIO
O SUS DEVERIA TER TRATAMENTO PARA FUMANTES...E SE TEM.. QUE EU NÃO SAIBA... DEVERIAM DIVULGAR... POIS A POPULAÇÃO CARECE MUITO DE INFORMAÇÕES
ACHO QUE ELES DEVERIAM PENSAR NA SAÚDE DOS FUMANTES, FAZENDO PROJETOS PARA AUTO AJUDA, ACHO QUE SERIA MELHOR DO QUE FICAR PORIBINDO AS PESSOAS DE IR E VIR
Nao justifica todo esse medo. moro na Italia, aqui è proibido fumar em qualquer lugar fechado e garanto, o movimento dos bares e casas noturnas nao caiu e as pessoas continuam fumando muito, bem mais que no Brasil.
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