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| Coletânea de autores consagrados. |
O livro Amor à brasileira, enviado pelo Ministério da Educação (MEC) a algumas escolas públicas de todo País, vem gerando polêmica em União da Vitória, no sul do Estado.
A obra - uma coletânea de contos que falam sobre a maneira brasileira de amar e reúne autores consagrados, como Dalton Trevisan, Herberto Salles, Cyro de Mattos, entre outros - vem sendo apontado como de conteúdo pornográfico.
O livro é destinado a alunos do ensino médio, com mais de 14 anos. Porém, há cerca de quinze dias, o vereador Jair Brugnago procurou a Justiça e pediu para que a obra fosse retirada das prateleiras das bibliotecas escolares.
“No decorrer do livro, existem páginas totalmente pornográficas, com termos inadequados. É um absurdo gastar dinheiro público com esse tipo de obra”, afirma Jair.
Alguns especialistas em literatura e professores de português discordam, e consideram absurdo o pedido de retirada do livro. É o caso da professora de português e literatura do colégio estadual Pedro Stelmachuk, Sueli de Souza Pinto.
Segundo ela, Amor à brasileira é de excelente literatura. “O livro tem um conteúdo muito bom e não tem linguagem chula”, diz a professora. “Os adolescentes se deparam com conteúdos mais pornográficos na TV, em pleno dia”.
De acordo com o MEC, o livro foi enviado às escolas através do Programa Nacional Biblioteca da Escola. “A obra foi aprovada pela Universidade Federal de Minas Gerais e muito bem avaliada. Não possui, de forma nenhuma, conteúdo considerado pornográfico. Vemos com preocupação o obscurantismo na área literária”, informa o MEC, através de sua assessoria.





















Tenho certeza que nenhum pai ou mãe em sã consciência permita o livre acesso à esse tipo de literatura para seu filho! O caso é: ter coragem de direcionar o acesso à leitura de conteúdos realmente significativos para a vida do adolescente!
Como mãe d adolescente acompanho o acesso d meu filho a conteúdos na internet e demais meios de comunicação.Discordo com o acesso livre à conteúdos pornográficos na escola, só porque se referem à autores renomados, q no mínimo não devem ter filhos!!!
A escola é o local de acesso ao conhecimento científico. A vulgaridade, pornografia, falta de valores, são apresentados no cotidiano do aluno. Não creio que a escola deva reforça-las com a sugestão de leitura de conteúdos que sugiram isso como normal
Falar de sexo ou falar de amor, é uma coisa, pornografia é outra... se for para eles terem contato com pornografia, que não seja por nossas mãos....
Impossível que alguém que tenha lido os referidos livros ache normal que alunos tenham contato com esse tipo de literatura DENTRO de uma ESCOLA. A escola ainda é um lugar onde tenta-se ensinar princípios éticos e morais.
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