| Daniel Caron |
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| Mobilização começou na capital. |
Falta de atendimento a pacientes de plano de saúde e fechamento de empresas podem se tornar consequências dos mais de 15 anos sem atualização no pagamento a fisioterapeutas pelos planos de saúde em todo o Brasil. Um profissional recebe, em média, entre R$ 5 e R$ 7 por hora de trabalho, valor que fica abaixo dos repassados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Para rever a tabela de preços, começou em Curitiba uma mobilização nacional da categoria. Em reunião realizada ontem entre representantes dos conselhos Federal e Paranaense de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito e Crefito-8) e da Associação Paranaense de Empresas Prestadoras de Serviços de Fisioterapia (APFisio) com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a reivindicação apresentada foi de novo encontro com o presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos, no prazo de 30 dias.
“Queremos que a ANS trate da questão contratual entre as prestadoras de serviços e os planos de saúde e que seja reconhecida a autonomia da profissão”, afirma o presidente do Crefito-8, Pedro Beraldo.
Os profissionais da área sempre foram remunerados por tabelas médicas que, no entendimento dos fisioterapeutas, não contemplam a realidade dos procedimentos fisioterapêuticos, porque são enquadrados como serviço complementar.
Reflexos da baixa remuneração são o corte de custos operacionais e a revisão de práticas como o atendimento individual, segundo o Crefito-8. Até a nova reunião, está descartado o boicote a pacientes de planos de saúde.
“A gota d’água para um copo que estava prestes a transbordar que contribuiu para que a mobilização começasse foi ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) que começou a exigir registro dos profissionais”, explica Beraldo.
Hoje, cerca de 90% dos procedimentos de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, que são 140 mil profissionais no País, sendo 8,5 mil no Paraná, são realizados por meio dos planos de saúde.
Segundo o Coffito, embora os planos de saúde reajustem anualmente os valores que cobram de seus usuários, essa reposição não é repassada aos prestadores de serviços. Estudo da instituição aponta que o reajuste deveria ser de até 194% para corrigir as perdas históricas.





















Sr. Murta, Eu teria muito pra te falar, mas vou direto ao fim, fico feliz em encontrar pedras como vc em meu caminho, pq servem como tranpolim para o meu crescimento, e tb por existir poucas pedras, pq sao elas que impedem o Brasil de crescer.
Ao Sr. P. Murta. Como vc mesmo falou, fui durante muito tempo playboy sim tah o analfabeto, tive carro e grana durante minha faculdade toda, porém hoje trabalho dignamente em minha clínica e isto näo muda o fato de um convënio pagar em média 5 reais.
Cara você esta por fora da realidade a minha esposa e da primeira turma de fisioterapia da PUC-Pr. não é e nunca foi patricinha, e os profissionais estão certos da questão, são mal remunerados, muitos ganham menos que um cobrador de onibus
Fisioterapeuta é montado na grana, reclamam de "pança' cheia, na universidade raramente se vê um aluno de fisioterapia chegando de ônibus pra aula!! Sempre de carro novo!! Vão ralar bando de playboi e patricinhas!!
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