- 14/03/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 13/03/2010 às 18:47:54
Uma folia nada franciscana Como não passei o Carnaval nesta alegre Vila de N. S. dos Pinhais, somente agora fiquei sabendo dos festejos momescos promovidos pelo Colégio Bom Jesus desta capital, na sexta-feira que antecedeu o tríduo, hoje "quadruo" ou "quintuo". Pelo menos na sede da Alferes Poli, a animação foi total e surpreendeu a paróquia. Alguns fiéis, porém, ficaram indignados. E têm sólidos motivos para isso. Um dos afrontados foi o designer gráfico Maurício Simões, gente da melhor espécie e, por acaso, ex-aluno do tradicionalíssimo estabelecimento de ensino curitibano. O bom Maurício estudou no Bom Jesus durante 10 anos. Sempre teve orgulho disso porque sabia que ali lecionavam os melhores professores e dali saíam os melhores profissionais. Mais do que isso: os melhores cidadãos. "No Bom Jesus", assinala, "além da excelente formação que ... - 07/03/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 06/03/2010 às 18:26:52
Amar a leitura é preciso Ângela Andrea Horbatiuk, que me honra com a leitura, desde as barrancas do Rio Iguaçu, em União da Vitória, concordou com o que escrevi na última coluna. "De que adianta ser "expert' em "internetês' e sequer conseguir fazer uma conta de cabeça nem interpretar um texto ou mesmo formar um texto?", indaga ela. E deduz: "Quanto menos se incentiva a leitura e a produção de textos manuscritos nas escolas e universidades, menos os estudantes têm interesse em aprender, menos serão conhecedores da Língua Portuguesa, e pior, menos conseguirão se expressar em seus ambientes". Ângela acredita que, hoje, o incentivo da leitura e, por consequência, à escrita é tarefa de pais, tios, professores e de todos os interessados na educação do País. Está certa. É preciso, porém, saber conduzir essa tarefa.A ... - 28/02/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 27/02/2010 às 19:01:28
Em nome da modernidade Há ocasiões em que o absurdo se supera. Escolas de 1.º grau de São Paulo incluíram na relação de materiais dos alunos para o presente ano letivo um novo e inusitado item: um notebook. Pelo menos no colégio Sidarta, de Cotia, na Grande São Paulo, o conteúdo das aulas passou a ser anotado no computador. Quer dizer, as crianças, que já não sabiam mais calcular nem ler, agora deixarão de saber escrever! Mas poderão se comunicar com os coleguinhas via internet, em plena sala de aula. Juro que não sei se rio ou se choro. Somar, diminuir, dividir ou multiplicar, sem o auxílio da maquininha de calcular, pouca gente sabe ainda. Confirmei isso pessoalmente, no último fim de semana: fui tomar um trivial cafezinho num dos shoppings desta culta Vila ...
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- 14/02/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 13/02/2010 às 17:37:14
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No vai e vem da banda - 27/12/2009 às 00:00:00 - Atualizado em 26/12/2009 às 14:02:46
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Claudio Schamis
O Silogismo da Dilma