• 29/05/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 27/05/2011 às 21:42:23
    Nas mãos da Justiça Mara Cornelsen***Rosana Grein foi procurada em todos os lugares possíveis. A Tribuna na Justiça, por mais de uma semana, buscou pistas e checou endereços para encontrá-la e ouvir sua versão para o atentado que é acusada de planejar contra o ex-marido, Nilton César Saciotti. Porém, ela sumiu. Antigos vizinhos relataram que ela foi vista em três ocasiões, duas em mercados e uma em farmácia. Procurou não conversar, parecia querer se esconder, e estava acompanhada por uma garotinha de pouco mais de um ano, que disse ser sua filha. Não há informações se se casou de novo, onde está vivendo e como está sobrevivendo.A acusada não compareceu em nenhuma audiência de instrução do processo. Nem mesmo as testemunhas de defesa, arroladas por ela na fase ainda de inquérito policial foram encontradas. ...
  • 28/05/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 27/05/2011 às 21:32:59
    Vingança de assassino Mara Cornelsen***No Hospital Cajuru os médicos se surpreendiam com a recuperação de Nilton César Saciotti. O primeiro tiro recebido por ele transfixou a nuca da direita para a esquerda, provocando algumas lesões não fatais. Os três outros pararam na caixa craniana e foram removidos cirurgicamente. Tão logo a cirurgia terminou, o apresentador de TV já estava lúcido e sem esquecer nenhum detalhe do suposto sequestro. Recordava inclusive que o atirador era o mesmo rapaz que havia tentado invadir sua casa no domingo anterior.A polícia, a princípio chegou a suspeitar de Rosana, que foi levada para um exame de luva de parafina no Instituto Médico Legal, para se confirmar que não tinha resíduos de pólvora nas mãos. O resultado foi negativo, tranqüilizando-a. No hospital, ela se desdobrava em atenções para com ...
  • 27/05/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 26/05/2011 às 22:36:48
    Matador de aluguel Mara Cornelsen***Os dias transcorriam tranquilos nas calçadas no entorno do Shopping Muller, no centro da cidade. Guardadores de carros disputavam clientes que abdicavam do estacionamento privativo. Leandro Macena da Conceição, na época com 16 anos, morador no Jardim Marrocos, em Almirante Tamandaré, era um dos jovens que loteavam os meios-fios. Usuário de drogas, namorado de um travesti, era conhecido como o maluco do pedaço. Ele conhecia Rosana Grein de vista, dada a freqüência com que ela aparecia no local, sempre com carros diferentes.Num domingo, uma semana antes do fatídico 17 de fevereiro de 2004, ela estacionou na rua e observou os rapazes, procurando por alguém que estivesse disposto a matar o marido dela.Abordado, “Leandrinho”, como era chamado pelos colegas, topou o serviço, acertado por R$ 5 mil e a arma ...

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