• 05/02/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 04/02/2011 às 21:08:35
    Cony e o entrevistador Hélio DuqueEm memorável crônica, o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony relata acontecimento inacreditável. Procurado por um brasilianista norte-americano, o objetivo era ouvi-lo sobre a trajetória política e administrativa do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Forneceu dados, indicou bibliografia, inclusive de sua autoria, sobre a marcante presença do personagem na construção do Brasil moderno.O pesquisador norte-americano já passara por Minas Gerais, onde aquele homem público ocupou a prefeitura de Belo Horizonte. No governo estadual, traçara e implantara o rumo do progresso e da inovação gerencial em marcantes obras públicas.Tempos depois Cony é visitado por um jovem jornalista de tradicional órgão da imprensa do Rio de Janeiro. A finalidade era entrevistá-lo sobre o autor norte-americano, que já havia retornado aos EUA. O entrevistador inicia as suas perguntas buscando saber qual o objetivo do ...
  • 04/02/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 03/02/2011 às 21:57:08
    Descontinuar continuando Gaudêncio TorquatoContinuar ou descontinuar? Essa tem sido recorrente questão sempre que novos governantes começam a gestão. A sucessão nos governos dos estados interrompe programas, altera ênfases administrativas, impõe novos rótulos, sendo a descontinuidade a marca não apenas de opositores que ganharam o pleito, como Siqueira Campos (PSDB), que decidiu eliminar da fisionomia pública do Tocantins todos os traços do antecessor, Carlos Gaguim (PMDB), mas de correligionários, como é o caso, em São Paulo, do tucano Geraldo Alckmin, que ordenou a revisão de contratos do ex-governador José Serra.  A descontinuidade, vale dizer, é um fenômeno natural do regime democrático, na medida em que ele ganha oxigênio com rodízios no comando de poder e, por conseguinte, com a adoção de abordagens diferentes nas administrações federal, estadual e municipal. A tese seria inquestionável ...
  • 03/02/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 02/02/2011 às 21:59:18
    Fora de perigo? Aderbal AmaroSempre escutamos, que diferentemente dos Estados Unidos e outros países do mundo, o Brasil estava livre dos grandes desastres naturais, mais especificadamente dos furacões, tornados e terremotos. Mas, além das enchentes, deslizamentos, desmoronamentos e enxurradas que assolam nosso país a cada verão, será que realmente estamos livres destes perigos?A crença que o Brasil está imune das catástrofes naturais tem que ser seriamente repensada. Claro que os terremotos estão longe de fazer parte do nosso dia a dia, mas sim, tivemos e temos registros deste fenômeno no Brasil: em São Paulo (em 1922; 5,1 pontos na escala Richter), Espírito Santo (1955, 6,3 pontos na escala Richter), Mato Grosso (1955; 6,6 pontos na escala Richter). Pela tabela da Escala Richter, ainda estamos longe dos desastres de grandes proporções como os ocorridos ...

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