16/03/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 15/03/2010 às 23:02:48

Raio-X da arbitragem

A uma rodada do final da primeira fase, a interpretação do desenho que se faz do desempenho da arbitragem do Campeonato Paranaense é regular. Com exceção dos nomes de Evandro Rogério Roman, Héber Roberto Lopes, Roberto Braatz, José Hamilton Pontarolo, Gilson Bento Coutinho, Ivan Carlos Bohn e Francisco Aurélio do Prado, árbitros e assistentes que já construíram um histórico de renome em âmbito local e nacional, as novidades do apito neste campeonato são os árbitros Adriano Milczwski e Fabio Fillipus, que se lapidados por gente que tenha visão, são os únicos com indícios para atingir um possível estrelato na CBF a médio prazo. Os demais ficaram devendo a exemplo da qualidade do campeonato que é a pior dos últimos dez anos.

Já em relação aos assistentes, os que demonstraram potencial para a continuidade da competição e, por extensão, do Brasileirão que vem aí em maio e substituir num futuro não muito distante a grande estrela que é Roberto Braatz, foram Bruno Boschilia, Luciano Roggenbaum, Adair Mondini e Guilherme Roggenbaum (o melhor assistente deste Estadual até o momento. Foi perfeito em todos os quesitos de posicionamento e trabalho em equipe, o único que cumpriu religiosamente o que determina a Fifa).

PS:
Na saída da Vila Capanema, domingo à tarde, sou questionado por vários torcedores a dar uma nota para a arbitragem do atual campeonato: 5,5. Além disso, é mentir para o torcedor que é merecedor de profundo respeito.

Valdir Bicudo-bicudoapito@bol.com.br

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