08/02/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 07/02/2010 às 21:02:55
Raio-X da arbitragem
A primeira impressão é a que fica. Partindo disso, no clássico Paraná Clube x Atlético/PR, ontem, na Vila Capanema, o desempenho do árbitro Adriano Milczvski, no posicionamento com a bola em jogo, no tiro de saída, no tiro de meta, no tiro de canto posição, 1 e 2, tiro livre, posição, 1, 2, 3 e 4, no tiro penal, nas sinalizações do tiros livres (direto e indireto), na aplicação correta da lei da vantagem, na postura na aplicação dos cartões amarelo e vermelhos, no uso do apito, na utilização da linguagem corporal, na prática da arbitragem preventiva (através de olhares, sinais, falas e do apito e dos cartões), na realização da diagonal à esquerda da bola e da jogada, no combate ao antijogo e na punição a violência, posso afirmar que a sua arbitragem foi muita boa. Principalmente porque o jogo teve vários momentos de grande dificuldade e ele mostrou-se tranquilo e extremamente focado no jogo. No lance que originou o gol do Atlético/PR aos 23’ minutos da primeira fase, acertou porque agiu de acordo com a decisão da Fifa pág. 102 que diz: Se um jogador decidir executar um tiro livre rapidamente e um adversário que está a menos de 9,15 metros de distância da bola, a intercepta, o árbitro deverá permitir que o jogo continue.
Valdir Bicudo-bicudoapito@bol.com.br



















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