03/07/2009 às 00:00:00 - Atualizado em 30/06/2009 às 19:40:41
Doenças pneumocócicas
Novos resultados de estudos fase 3 com a vacina pneumocócica conjugada 13-valente (Prevenar) indicam maior cobertura na prevenção às chamadas doenças pneumocócicas, que incluem a meningite, pneumonia, otite, bacteremia e septicemia. Os novos estudos foram divulgados durante o 27.º Encontro Anual da Sociedade Européia para Doenças Infecciosas Pediátricas (ESPID), em Bruxelas, na Bélgica. A nova vacina apresenta cobertura para os sete sorotipos já presentes na atual única vacina para prevenção das doenças pneumocócicas e vai incluir ainda os seis sorotipos mais prevalentes na população em geral, incluindo a brasileira.
Câncer renal
A Anvisa liberou a comercialização do AfinitorTM (everolimo), voltado para o tratamento do câncer renal avançado. O medicamento foi eleito pela revista Business Week, em maio, como um dos 10 novos medicamentos mais promissores da indústria farmacêutica, sendo o único dessa lista para oncologia. O everolimo atua como inibidor de uma proteína intracelular que age diretamente na proliferação das células cancerígenas e, por isso, é considerada um dos novos alvos da ciência para o tratamento do câncer. A chegada do medicamento no País é um importante avanço em virtude das poucas opções existentes para pacientes com a doença em estágio avançado.
Robótica
Uma nova técnica para retirada de tumores da cabeça do pâncreas já está disponível no Brasil. Da união da laparoscopia (método que introduz cânulas no abdome, sem a necessidade de grades cortes) com a robótica surgiu o procedimento que promete dar esperança a pacientes que sofrem com tumores na região do pâncreas, o sexto tipo de câncer de maior incidência entre homens no Brasil. O grande diferencial da nova técnica é a utilização de um robô, chamado Da Vinci Intuitive. Enquanto o cirurgião olha a imagem do interior do corpo do paciente em um monitor com tecnologia 3D, ele utiliza uma espécie de joystick para reproduzir os movimentos que os braços robóticos farão durante a cirurgia.
Dor crônica
A dor crônica, que persiste por pelo menos três meses, atinge 28,7% da população. Os resultados preliminares estão no estudo Epidor, pesquisa patrocinada pela Janssen-Cilag Farmacêutica. No estudo, foram realizadas 2401 entrevistas com pessoas maiores de 18 anos, moradoras de São Paulo. O objetivo da pesquisa foi avaliar a prevalência de dor crônica na população, suas causas, gravidade, duração e local da dor. Os achados foram relacionados ao sexo e idade. O estudo trouxe à tona questões importantes. A população não utiliza medicamentos para tratar a dor e quando o faz, frequentemente faz uso de automedicação para controlar o problema.
Anticoagulantes
A incidência da fibrilação atrial, a mais comum de todas as arritmias cardíacas, poderá dobrar nas próximas três décadas, devido ao envelhecimento da população. Estima-se que hoje a doença acometa 1% da população mundial e 10% das pessoas com mais de 80 anos. O coração dos pacientes que apresentam o distúrbio não consegue bombear o sangue apropriadamente, favorecendo a formação de coágulos em seu interior. Essa dificuldade, causada pelo batimento irregular e anormal do coração, eleva em até sete vezes o risco de derrame (acidente vascular cerebral). Dois terços desses acidentes poderiam ser evitados com o uso de uma nova geração de anticoagulantes.
Walmart
Walmart
Walmart
Sheila Rigler
Sexo frequente rejuvenesce
O Especialista
Oração e cura - fato ou fantasia?
Na Estante
Corrida para veteranos
Em Dia
Nova abordagem ajuda a controlar o diabetes em menos tempo
Conta-gotas
Alimentação equilibrada
Em Concepción, atingida por fortes tremores, chilenos fazem fila para comprar remédios.