28/05/2008 às 00:00:51 - Atualizado em 19/07/2008 às 16:52:33

Oxigenoterapia

Feridas, queimaduras e lesões atingem grande parte da população e necessitam de tratamento correto e qualificado. Estes assuntos serão debatidos no II Encontro Multidisciplinar sobre Tratamento de Feridas e Oxigenoterapia Hiperbárica, promovido pelo Hospital Pilar, nos dias 13 e 14 de junho. As palestras ficarão a cargo de Adriano Mehl, médico e responsável técnico pelo Serviço de Medicina e Oxigenoterapia Hiperbárica do hospital. Serão debatidos temas, como pé diabético, úlceras, osteomielites, prevenção de feridas e uso da câmara hiperbárica como método terapêutico. O evento acontece no Hotel Radisson. Informações e inscrições pelo telefone (41) 3072-7317.

Diabetes

A primeira terapia de uma nova classe de medicamentos para a mais comum das formas do diabetes (tipo 2), o Byetta, chega às farmácias do País. O princípio ativo exenatida, composto sintético de uma substância derivada da saliva do monstro de gila, o maior lagarto venenoso dos Estados Unidos, é uma das mais inusitadas novidades para o tratamento da doença. O medicamento só funciona quando a pessoa se alimenta e o "açúcar no sangue" se apresenta em níveis elevados. Quando a glicemia volta a níveis normais, o medicamento pára de agir, tornando muito baixo o risco de hipoglicemia.

Combate ao fumo

A partir do "Dia mundial sem tabaco" (31 de maio), o Hospital Santa Cruz leva para os clientes do Shopping Crystal o programa de Qualidade de Vida. Durante um mês, especialistas do serão repassadas informações sobre o programa de abandono ao tabagismo. Serão feitos o teste de Fargestron, que avalia o grau de dependência à nicotina, além do teste que mede o grau de carbono no sangue. O programa é vinculado ao serviço de check-up do hospital e tem como objetivo levar informações que promovam saúde à comunidade e às empresas. Além do abandono ao tabagismo, o programa leva informações sobre alimentação, estresse, problemas cardiovasculares, entre outros.

Tratamentos alternativos pelo SUS

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PNPIC), que permite que tratamentos alternativos sejam realizados pelo SUS, completa dois anos. Desde então, já foram registrados mais de 700 mil atendimentos de acupuntura e homeopatia, duas das cinco técnicas contempladas pela política, que inclui também termalismo, medicina antroposófica e fitoterapia. A política beneficia não apenas a população, mas o próprio sistema de saúde brasileiro, pois as técnicas que contempla são significativamente mais baratas que as práticas tradicionais e apresentam resultados muito eficientes. A acupuntura, por exemplo, previne diversas doenças com poucas sessões, diminuindo o número de consultas e tratamentos convencionais.

Insuficiência cardíaca

Sabe-se que a Insuficiência Cardíaca (IC) é hoje a principal causa de internação hospitalar no SUS entre a população acima de 65 anos de idade. O sistema gasta anualmente R$ 219 milhões para o tratamento da IC, cerca de 20% de tudo o que é gasto em doenças cardiovasculares (R$ 1,2 bilhão). Por seu lado, a indústria farmacêutica vem desenvolvendo drogas voltadas a alvos específicos, e que resultam em maior eficácia de ação e menores efeitos adversos, podendo ser utilizadas por um número maior de pacientes. O Concor (bisoprolol), da Merck, um betabloqueador que age especificamente nos receptores da adrenalina no coração, é um deles. O bisoprolol age protegendo o coração contra o estímulo excessivo da adrenalina, reduzindo o consumo de oxigênio pelo músculo cardíaco.

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