• 02/09/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 30/08/2011 às 21:32:36
    Uma maneira saudável de viver o câncer Mariana Lima, psicóloga oncológica. Raramente nos perguntamos o que podemos tirar de bom da experiência de se ter um câncer. Quando recebemos o diagnóstico da doença, experimentamos uma série de sensações: angústia, desespero, tristeza, estresse e, até mesmo, revolta - porque isso foi acontecer justo comigo? E agora? Somos tomados por um sentimento de perda que na verdade não sabemos onde começa nem quando vai terminar. Nestes momentos, esquecemos que somos seres humanos cheios de habilidades, e que, dentro de nós, existe uma capacidade natural de aprender e evoluir. Esse possível inimigo, o câncer, traz consigo um potencial de ampliar essa nossa capacidade, e pode, assim, transformar essa vivência em uma oportunidade e não somente em uma fatalidade. Se pensarmos bem, a doença é um dos poucos meios socialmente aceitos ...
  • 26/08/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 23/08/2011 às 21:32:00
    Fisioterapia aquática uma aliada no combate ao parkinsonismo Valéria Belle, fisioterapeuta, especialista em acquaterapia O parkinsonismo é uma das condições neurológicas mais frequentes, sem distinção de raça, classe social ou sexo, e que atinge com maior frequência pessoas com idades entre 55 e 65 anos. Para o tratamento, um programa de atividades físicas é fundamental na preservação das habilidades dos pacientes, uma vez que as alterações corporais são em grande parte resultantes da imobilidade. Um paciente ativo sempre terá menor possibilidade de desenvolver complicações clínicas gerais em comparação aos que se acomodam, adotando hábitos sedentários. Além de agravar os sintomas da doença, a falta de movimentação leva a fraqueza e ao encurtamento muscular, aumentando a dificuldade de realizar o movimento, comprometendo os sistemas circulatório, respiratório e intestinal. A depressão e o estado mental do paciente também pioram, pois ...
  • 19/08/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 16/08/2011 às 21:15:59
    Medicina e humanismo Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica. Virou notícia dias atrás o fato de o Conselho Federal de Medicina (CFM) criar três novas áreas de atuação, ou seja, três novos ramos de especialidades médicas. Pela resolução 1973/2011, medicina do sono, tropical e paliativa passam, inclusive, a merecer espaço especial na residência médica, com treinamento específico e complementar. Sem dúvida, trata-se de avanço importante para a efetividade da medicina e particularmente para a assistência de qualidade aos pacientes. No caso da medicina paliativa, em particular, damos um passo essencial para humanizar o atendimento, com olhos voltados ao doente, ao indivíduo, e não apenas às doenças, como o fazem erroneamente alguns pseudo-doutores. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 65% dos portadores de doenças crônicas que ameaçam ...

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