- 02/09/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 30/08/2011 às 21:27:07
Depressão, essa desconhecida As pessoas não procuram os médicos por terem consciência de estarem depressivas, mas porque a depressão alcançou o ponto de colocar suas vidas em crise - problemas conjugais, problemas com drogas ou álcool, problemas no trabalho. O oposto da depressão não é felicidade, mas vitalidade - a capacidade de experimentar uma gama completa de emoções, incluindo felicidade, excitamento, tristeza e mágoa. "A depressão não é uma emoção em si mesma, é a perda de sentimentos, um grande cobertor pesado que o isola do mundo e ao mesmo tempo o fere. Não é tristeza ou melancolia, é uma doença." A tese do livro Vencendo a depressão, do terapeuta norte-americano Richard O'Connor é que podemos reparar e restaurar a nós mesmos aprendendo novos modos de pensar, sentir e fazer - comportamento autoconstrutivo. ... - 26/08/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 24/08/2011 às 01:16:03
Técnicas simples e práticas para combater o déficit de atenção Dificuldade para se concentrar, impulsividade, desorganização, dificuldade em ouvir as pessoas são apenas alguns dos sintomas do portador do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade, conhecido pela sigla TDAH. Em adultos são também comuns os transtornos ansiosos, os depressivos, do apetite e do sono, além do uso de drogas (incluindo o álcool e tranquilizantes). A depressão bipolar pode estar também associada ao transtorno. Entre as crianças, constatou-se que existe um aumento da taxa de acidentes como fraturas e traumatismos. Os critérios diagnósticos convencionalmente utilizados para TDAH, incluindo os sintomas mais comuns, foram desenvolvidos com base na forma como ele aparece nas crianças. No adulto, os sintomas do déficit de atenção e hiperatividade se manifestam de maneira diferente, mais sutil. Isto pode tornar mais difícil reconhecer e diagnosticar o TDAH adulto. Para discutir ... - 19/08/2011 às 00:00:00 - Atualizado em 16/08/2011 às 21:10:51
Sobrevivendo ao bullying O que sente aquela criança gaga que vira sempre chacota dos colegas quando abre a boca em sala de aula? Tendo vivenciado isso na infância, na adolescência e na idade adulta, Cláudio Ramirez, autor do livro Bullying, eu sobrevivi! diz que, o distúrbio é uma forma de morrer e continuar respirando. Sem rodeios, expondo as crueldades, ignorâncias e, também, os gestos de boa vontade com os quais conviveu, ele conta uma história de superação. "Fui e ainda sou alvo de bullying, mas, vítima, não." O gênero adotado é o depoimento. A narrativa delineia a saga do menino gago que nasceu no Chile, mudou-se para o Brasil aos oito anos e vive aqui até hoje. Ramirez optou por explorar os aspectos subjetivos de sua experiência com a gagueira de forma simples ...
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Sheila Rigler
Com que roupa eu vou para a folia?
