20/03/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 19/03/2010 às 20:26:02

Richa e a agricultura

Beto Richa defendeu durante o encontro “Paraná livre da aftosa sem vacinação” atenção prioritária ao setor rural e expôs uma série de propostas para a agropecuária e a agroindústria paranaenses. “Acredito que o Estado deve ser parceiro, ter a mão estendida para a cooperação com o setor, em diálogo permanente com a Faep, a Ocepar, a Fetaep e demais entidades representativas”, disse Richa, na abertura do encontro, em Curitiba. “Entendo que o Paraná livre da aftosa deve ser um compromisso de Estado, uma política pública permanente, com a adoção de todas as ações necessárias para a manutenção desse almejado status sanitário”, afirmou. Para Richa, a conquista e a consolidação desse objetivo dependem de ações como a contínua capacitação dos profissionais da defesa sanitária, a adequação do controle de acesso de animais nas fronteiras internacionais e divisas interestaduais, o aprimoramento do cadastro de produtores e o controle de movimentação de animais em feiras e eventos. Richa falou de sua relação com a agricultura e de seu estilo de governar. “Alguns me criticam, alegando que não conheço a agricultura e, portanto, teria dificuldades para entender a alma do produtor rural paranaense. De fato, sou engenheiro e nunca fui agricultor”, disse o prefeito. “Mas tenho humildade para reconhecer que não sei tudo. Procuro superar minhas limitações com estudo e, principalmente, com duas atitudes: cercando-me de especialistas em cada área da gestão pública, pessoas conhecedoras e empenhadas em superar desafios; e adotando, por formação e princípio, uma forma democrática de governar, ouvindo as pessoas, fazendo audiências públicas, discutindo francamente as propostas orçamentárias.”

Interpol

O ex-prefeito, ex-governador e deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) é citado pela Interpol -agência internacional de polícia presente em 181 países -em sua lista de procurados. Tanto Maluf quanto seu filho, o empresário Flávio Maluf, aparecem no site da instituição integrando a “difusão vermelha”, nível máximo de alerta da Interpol, sendo procurados por fraude e roubo. Em março de 2007, a Justiça de Nova York emitiu pedido de prisão de Maluf e de seu filho sob a acusação de envio de recursos desviados da prefeitura de São Paulo a bancos dos Estados Unidos. O ex-governador diz ser inocente.

Confusão

A audiência pública para debater o projeto que reajusta o piso regional não chegou ao fim no plenário da Assembleia Legislativa na noite de quinta-feira. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Durval Amaral (DEM), interrompeu a audiência quarenta minutos depois do seu início quando trabalhadores ligados à Força Sindical, que ocupavam as galerias, vaiaram a presidente da Associação Comercial do Paraná, Avani Rodrigues, que considera elevado o índice de reajuste do salário mínimo proposto pelo governo e defendeu a livre negociação entre empregados e patrões.

Cassado

Por maioria de votos (5 a 1), os juízes do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) cassaram o mandato do prefeito de Bituruna, Remi Ranssolin (PTB). Eleito em 2008, Ranssolin teve suas contas dos anos de 2001 e 2004 (quando também foi prefeito do município) desaprovadas pela Câmara Municipal após o registro de sua candidatura.

Presos

A Justiça decidiu manter presos os dois adolescentes condenados pelo assassinato da estudante Ana Cláudia Caron em 2007, na região de Curitiba. Eles cumprem três anos de internação por latrocínio, estupro, atentado ao pudor e ocultação de cadáver.

Paralisação

No segundo dia de paralisação dos servidores do Ministério do Trabalho e Emprego do Paraná (MTE-PR), mais uma vez teve maior adesão no interior do Estado. A mobilização, que faz parte de um movimento deflagrado em âmbito nacional, durou 48 horas. Os servidores do MTE-PR reivindicam uma série de benefícios, com destaque para a criação de um plano de carreira próprio. Se a categoria não for atendida, uma greve deve ser iniciada a partir do dia 6 de abril no país inteiro.

O DIA DO REQUIÃO

Requião está tiririca com a notícia de que o seu nepote dileto não pode participar de atos oficiais, inaugurar obras públicos, entregar ônibus escolares e ambulâncias e coisas tais. Acha que tudo isso não passa de perseguição contra a sua generosidade com a parentela, pois, pois.

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