• 18/03/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 17/03/2010 às 20:17:06
    A peregrinação de Marina Ser candidato a presidente da República não é simples. Primeiro, é necessário ser filiado a um partido. Depois, é preciso ser uma liderança nacional deste partido. Mais tarde, é preciso ser escolhido em uma convenção - ou, quando é possível, ser “ungido” pelos líderes da sigla. E, garantido como candidato, chegará a hora de percorrer o Brasil para cabalar votos. Isso sem citar as obrigações legais estabelecidas pela Constituição.Se simplesmente ser o candidato já é complicado, ganhar é ainda mais. Porque você precisa contar com um imponderável, que é a reação positiva à sua peregrinação. Também será necessário fazer alianças para garantir apoio e tempo no horário político da televisão e do rádio. Os programas terão que ser muito bons para atrair os eleitores. Tudo isso para que o candidato ...
  • 17/03/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 16/03/2010 às 20:28:08
    A guerra dos royalties Quando o assunto é dinheiro, os governantes se exaltam. Semana passada, tivemos um exemplo claro e constrangedor: ao reclamar do que julga ser uma “perseguição” ao Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) teve uma síncope em pleno discurso e desatou a chorar. A imagem correu o País como uma espécie de retrato do desalento fluminense pela proposta de redistribuição dos royalties do petróleo.A proposta em tramitação, do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), prevê que o dinheiro arrecadado com a exploração do petróleo (em todos os níveis) seja integralmente da União, e depois dividido com estados e municípios. Tal decisão obrigaria a um novo cálculo, que seria vantajoso para o Paraná, por exemplo, mas que afetaria sobremaneira o Rio de Janeiro, que tem 30% de sua economia calcada nos ...
  • 16/03/2010 às 00:00:00 - Atualizado em 15/03/2010 às 20:18:31
    Consagração e vergonha Sexta-feira passada foi dia de mais uma visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Paraná. Esteve em Curitiba, Araucária, Londrina. Foi a empresas públicas e privadas. Fez discurso, no seu velho estilo. E deu até entrevista exclusiva a uma rádio local, a Banda B, do deputado estadual Luiz Carlos Martins (PDT).Quem esteve com ele - ou pelo menos perto dele - pôde novamente comprovar o magnetismo de Lula. Se ainda alguém no Estado não acreditava na popularidade do presidente da República, teve uma prova viva na passagem dele por aqui. Na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) ou na Positivo Informática, ele foi saudado pelos funcionários de todos os níveis, do chão da fábrica aos gerentes de setor. Passou longo tempo dando autógrafos nos cadernos e nos macacões dos ...

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