02/09/2010 às 01:07:28 - Atualizado em 02/09/2010 às 01:07:42
Lição definitiva
No futebol não existem coincidências. Existem verdades que, às vezes, cegam o torcedor. O Atlético conquistou uma vitória (2 x 1) ontem sobre o Ceará, que pelo primeiro tempo era improvável. Acabou sendo uma vitória conquistada de forma direta pela intervenção de seu treinador Carpegiani: sem medo de rasgar fantasias de arquibancadas, sem medo de perder o emprego, excluiu Paulo Baier, o “dono do time”, e Bruno Mineiro, até então intocáveis.
Sem Baier, o Atlético passou a ser um time normal, leve, por que deixou de ter a obrigação referencial de um jogador decadente, sem condições físicas, que só sobrevive pela falsa idolatria que se cria no futebol. Sem o inoperante Bruno Mineiro, juntando Diniz e Guerrón na direita, Branquinho e Paulinho na esquerda, desmontou o esquema do Ceará. Empurrou o time para o campo cearense, e com Nieto acabou o seu esquema defensivo de Mário Sérgio. Branquinho e Chico marcaram.
O resultado que se viu, foram os 45 minutos mais brilhantes que o Atlético fez nesse ano, e que o empurrou para o grupo da Sulamericana. O melhores foram Chico e Branquinho. Chico, em alguns momentos, foi perfeito.
Desabafo
Mais do que ao próprio Coritiba, que voltou a jogar mal, a vitória sobre o Icasa, em Joinville (3 x 0), serviu para o treinador Ney Franco. Em desabafo, denunciou que “quem quiser que eu caia vai ter que me aturar até o fim do ano. O que mais tem no futebol é Pinóquio e Judas”. O sentido figurado foi para chamar alguém de mentiroso e traidor. Quem será?



















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