- 07/02/2012 às 00:13:37 - Atualizado em 07/02/2012 às 00:19:41
Cireno Certa vez, provocado para indicar o Atlético de todos os tempos, escalei Nilson Borges na ponta-esquerda. Naquele dia, passando pelo Bamerindus da Boca Maldita (hoje Livrarias Curitiba), fui chamado por um senhor, que me perguntou: você sabe quem foi Cireno, e o que jogou Cireno? Respondi que sabia que fora o ponteiro do Furacão, mas por não ter sido da minha geração não saberia dizer se foi melhor que Nilson Borges. O senhor, sempre apoiando o corpo na parede do banco, se apresentou: eu sou Cireno! Pergunte o que eu jogava? E daí, quase todos os dias, a simpatia daquele senhor, e a curiosidade de ouvir suas histórias, me empurravam ao seu encontro.As suas histórias, em especial contra os Coxas, me comoviam tanto que certo dia pensei que se fosse ... - 06/02/2012 às 00:00:00 - Atualizado em 05/02/2012 às 21:35:10
Intervalo Em Cianorte, o Atlético jogava bem, era brilhante. Ganhava do bom time do Cianorte (2 x 0) Harrison era a referência do seu jogo. O menino recuava para fechar espaços e até marcar, quando o Furacão não tinha a bola. Com ela, comandava as funções de armar e atacar. Participou dos gols de Manoel e Bruno Mineiro. Mas aí veio o intervalo e o uruguaio Juan Ramon Carrasco agiu como se fosse um treinador brasileiro. É que sob o pretexto de carregar na marcação, excluiu Harrison, colocou Paulo Otávio na lateral-esquerda e deslocou Heracles para o meio-campo. Foi um desastre. Sem Harrison o time recuou, ficou murcho. Não tinha mais ninguém para criar e juntar-se a Bruno Mineiro, não tinha mais ninguém para prender a bola e dar descanso para ... - 04/02/2012 às 00:00:00 - Atualizado em 03/02/2012 às 22:02:15
Contrastes A sociedade em que vivemos é cheia de contradições. E, ainda, reclama por tratamento igual, indicando princípios ideológicos, religiosos e legais. Veja só. Poucas horas depois que o jovem André, torcedor do Atlético, morreu por atropelamento na BR-277, vítima da omissão da Federação Paranaense de Futebol e da Polícia Rodoviária Federal, o presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, lançava a campanha “Amo minha terra, torço pelo meu Estado”. O fez muito mais como paranaense do que como presidente dos Coxas. Essa condição é apenas trânsito para a realização de valores que ele cultiva como paranaense nascido em Peabiru - na época, uma cidade que ainda tentava perder o jeito de sertão. Seu objetivo é fazer com que nossos clubes, excluídos pela colonização do Estado, sejam adotados pelo sentimento. Leva ...
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